quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Alô palhaços!

Esta é a mensagem que nós, clientes da Caixa Econômica Federal recebemos diariamente durante esta ridícula greve dos bancários. Justamente o banco que seria o responsável por cuidar do povo brasileiro com zelo e dignidade, agride a moral de cada um de nós com uma paralisação egoísta e de que nada acrescentará para um bom serviço futuramente.

Aos bancários, uma simples busca no Google faz estudar melhor sobre a empresa Federal onde trabalham. Em uma das metas que a empresa almeja alcançar durante sua jornada quase diária, está a Valorização do Ser Humano, Transparência e Ética com os clientes. Hoje em dia, isso funciona mais como uma piada. Diariamente, mesmo durante a greve, é notável e desesperador algumas centenas de clientes que vão ao banco tentar algo, ao menos um atendimento ou uma ajuda, já que a vida pessoal e profissional de verdadeiros trabalhadores não acaba.

O desejo é que o banco perca muitos clientes, para que assim comece a dar valor, mesmo sendo fantasioso isso, seria uma boa iniciativa.

A egoísta greve da Caixa Econômica Federal acaba por ser um espelho da bagunça que esta nossa economia. O abuso a paciência e colaboração da população parecem ser fatores determinantes na hora de se pensar em ganhar mais as nossas custas. Infelizmente, o que nos resta é sentar e esperar que alguém saia ganhando deste jogo, cujos fantoches somos nós, o passivo povo brasileiro.

Dica do Post:

A celebração mórbida a um artista parece ser bem comum após a morte de algum. Tem sido assim com Michael Jackson e não será diferente, aqui na America Latina, com a figura da carismática e imortal Mercedes Sosa. A famosa portenha é dona de uma das vozes mais bonitas que já tivemos o prazer de escutar. Infelizmente nos deixou bem recentemente, mas temos uma grande obra com mais de 50 álbuns para apreciar. Na internet há várias coletâneas, e vale muito a pena. A originalidade e o empenho humanitário nas letras a fazem importante para a nossa história. Vá com Deus Mercedes!

1 comentários:

Larissa Bohnenberger disse...

"a vida pessoal e profissional de verdadeiros trabalhadores não acaba".

Verdade incontestável! Com condições boas ou ruins, com salário justo ou injusto, estamos todos de pé na segunda de manhã para cumprirmos nosso dever e responsabilidade. Vergonha, mesmo!

Bjs!