
1º Diorama by Silverchair (2002)
Se há obras-primas na pintura, como 'O Grito' de Edward Munch, ou no cinema como '2001 – Uma Odisséia no Espaço', do Kubrick, na música há o Diorama do silverchair. A banda australiana, conhecida pela versatilidade álbum à álbum, lançou este fantástico disco em 2002, surpreendendo a todos pela beleza de cada instrumento e pela poesia nas palavras do eterno jovem gênio Daniel Johns. Aqui, a orquestração junto ao rock dos meninos, constrói canções que são verdadeiros teatros para os ouvidos, com atos e agudos, além de coros fantásticos, sendo retaliados por cordas sinfônicas em paralelo com instrumentos de uma boa banda de rock. Diorama não é apenas o meu álbum favorito desde os 14 anos, é uma concepção que jamais esquecerei. Ouçam: Acroos the Night, Tuna in the Brine e Without You.
Audioslave = banda formada por ex-integrantes do Rage Against the Machine junto ao ex-vocalista do Soungarden, Chris Cornell. Preciso dizer mais alguma coisa? A junção destas duas potências resultou em um álbum estrondoso, com Cornell mostrando a qualidade de sua voz em um rock n’roll seco e avassalado pela guitarra original de Tom Morello. É uma experimentação de garagem que rendeu um dos melhores álbum desta década. Fenomenal. Ouçam: Cochise, Light My Way e Getaway Car.
Day and Age by The Killers (2008)
Neon Bible by Arcade Fire (2007)
The Arcade Fire é atualmente sinônimo de genialidade, é não é por menos. Em seu segundo álbum, os canadenses montam uma experimentação surreal e fazem com que canções ultrapassem o real. As letras são poesias e os instrumentos cada vez mais minuciosos e variados. É um disco para se deliciar a cada música e ir descobrindo, em um mundo fora do seu, um lugar maravilhoso e paralelo. Ouçam: Ocean of Noise, Windowsill, My Body is a Cage.
A Rush of a Blood to the Head by Coldplay (2002)
50º Aniversary Motown (2009)
Acústico MTV - Nirvana (1994)
Este praticamente, álbum póstumo, mostrou o porquê temos em Kurt Cobain o último ídolo do mundo. A revolucionária banda, deixou de lado o tom underground e assumiu a beleza de cordas e da suavidade acústica, colocando influências distintas em cheque. Temos o melhor acústico da história graças a ousadia da banda, que transformou covers em hinos e fez do fim de uma história uma emocionante marca na vida de todos. Ouçam: Where Did U Sleep Last Night, Lake of Fire e All Apologies.
In Rainbows by Radiohead (2007)
Talvez não seja apenas por ser um divisor de águas na história da música, ou por ter sido feito pela banda com maior potencial filosófico genial atualmente. O que se sabe, é que, música por música, temos a prova de que o mercado musical criativo mundial está em falta. A cada susurro, a cada tom elevado ou dançante, é um chamativo para que possamos refletir sobre aquele som e sobre a vida. É belo demais para ser descrito de forma tão fugaz. Ouçam: Jigsaw Falling Into Place, Nude e Videotape.
Agora indicarei 10 dos meus blogs favoritos, que peço sinceras desculpas pela ausência e que em breve voltarei. Grande abraço a todos e espero que gostem do Meme. DIEGO MORETTO.
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